Um homem trabalhava num frigorífico.
Um dia, quando terminou o seu horário de trabalho, foi a uma das câmaras frigoríficas para fazer uma inspeção de última hora, mas por uma fatalidade, a porta fechou-se e ele ficou trancado.
Ainda que tenha gritado e batido na porta com todas as suas forças, ninguém o ouviu. A maioria dos funcionários já tinha ido embora e era impossível ouvir os gritos vindos de dentro da câmara.
Cinco horas mais tarde, quando o homem já estava à beira da morte, alguém abriu a porta. Era o segurança que lhe salvou a vida.
Após recuperar-se, o homem perguntou ao segurança como foi possível ele passar e abrir a porta, quando isso não fazia parte da rotina do seu trabalho.
O segurança explicou: “Eu trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos”. “Centenas de trabalhadores entram e saem todos os dias, mas você é o único que me cumprimenta pela manhã e se despede de mim à tarde”.
Os outros tratam-me como se eu fosse invisível.
Hoje, como todos os dias, você me disse “OLÁ”  na entrada, mas não ouvi o seu ‘ATÉ AMANHÔ. Espero o seu “olá” e o seu “até amanhã” todos os dias.
Para você eu sou alguém...
Ao não ouvir a sua despedida, sabia que algo podia ter acontecido...

MOMENTO DE REFLEXÃO
Sejam humildes e amem o próximo.
Deem sempre provas de atenção, respeito, piedade, perdão, paciência. Troquem sinais de benevolência, apreço, afeto, gratidão, amor...

Para vocês o meu... OLÁ E ATÉ AMANHÃ

Autor desconhecido

*Ele a olhou do outro lado da mesa, sorrindo e perguntou: 
- No que está pensando? 
- Hahahahah, não entendo porque as pessoas têm essa necessidade de saber o que as outras estão pensando - respondeu divertida. 
- Acho que eu só quero te conhecer melhor - respondeu, ainda sorrindo. 
Ela olhou para seu rosto, tentando encontrar algum indício de brincadeira, mas sua expressão demonstrava um interesse genuíno. Ela suspirou suavemente e lhe disse: 
- Há três coisas que você precisa saber sobre mim: primeiro, eu amo meu trabalho, ser fisioterapeuta não é apenas minha profissão... - disse pausadamente - É minha missão. Segundo: eu fico extremamente chata na TPM... 
Ele começou a rir o que a contagiou 
- É sério, nem eu me aguento às vezes hahah. 
- Hahahahha Ok Ok, e a terceira? 
Ela olhou diretamente em seus olhos e seu tom ficou um pouco mais sério: 
- Não me pergunte nada, a menos que esteja preparado para a resposta, seja ela positiva ou negativa. 
Ele apenas balançou a cabeça, assumindo um ar sério também, o que a constrangeu um pouco e lhe fez complementar de forma suave: 
- Não é que não me importo com os sentimentos dos outros, só prefiro ser honesta a respeito de como penso e sinto. 
- Isso soa um pouco como uma ameaça - disse ao abrir um sorriso meio torto lentamente. 
Ela sorriu de volta: 
- Ameaça não... É um aviso!!! 
Quem observasse, veria que os olhos de ambos brilhavam.*




Fonte da imagem: web.
Sim, eu sei que pareço obcecada com a obra de Jane Austen huahuahua, mas é que realmente me identifico com o estilo da autora.
Essa semana assisti ao seriado Orgulho e Preconceito, produzido pela emissora britânica BBC, de 1995 e fiquei muito feliz de ver como foi fiel ao livro. Com relação às atuações, achei a Lizzy e o sr Bennet perfeitos desde o início, mas os demais me pareceram um pouco artificiais - a Jane ficou muito apagada, Lydia ficou mais infantil do que eu esperava pelo livro, o sr Bingley então, parecia muito bobo no começo, e o sr Darcy, Colin Firth que me perdoe, mas parecia tão não ele!!!!! Mas isso mudou quando chegou o momento dele se declarar, a partir dali pensei: esse é o sr Darcy!!! Enfim, apesar dessas impressões iniciais, amei o seriado, ficou muito bom!!!
Também li Novelas Inacabadas da autora, duas obras que tiveram de ser interrompidas pela fragilidade da saúde e por fim, óbito de Jane. Os Watsons ficou curtinho, mas deu pra ver a marca de Jane nele, sua escrita fluida e leve, mais direta. A protagonista já se mostrava diferente das anteriores, o que costuma ser uma característica de sua obra. Sabe-se que ela abandonou essa história propositalmente(por circunstâncias pessoais), mas ficou um gostinho de "quero mais" rsrs.
Já em Sanditon, posso dizer que me diverti muito com seus 12 capítulos!!! Eis que Jane surpreende com um texto mais mordaz e cínico, abordando como tema as manias de doenças de algumas pessoas e a contradição que as envolve. Tenho certeza  de que seria um sucesso total!!! Enfim, uma pena que não teve tempo de continuar a escrevê-las, mas sua obra fica marcada em nossa história. 


Título Original: Pride and Prejudice
Elenco: Colin Firth, Jennifer Ehle, Benjamin Withrow, Alison Steadman, Susannah Harker, Crispin Bonham-Carter, Lucy Davis
Diretor: Simon Langton
Ano de produção: 1995
Emissora: BBC

Sinopse: Lizzy Bennet (Jennifer Ehle) é uma romântica e decidida mulher que não concebe a ideia de se casar sem amar o esposo, mas tem de enfrentar as formalidades de uma sociedade em que o matrimônio era só mais uma ferramenta de poder. 
Quando um jovem milionário, Mr. Bingley (Crispin Bonham-Carter), se estabelece na pequena Meryton, a calma do local é quebrada. Lizzy sente subitamente uma repulsa pelo amigo de Bingley, Mr. Darcy (Colin Firth), mas é envolvida em uma trama que a faria descobrir facetas ocultas de Darcy. 



Título: Novelas Incabadas - Os Watsons e Sanditon
Autora: Jane Austen
Ano: 2013
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 176


Imagens da web.

Sobre a semana passada:
Fim de semana acompanhado de feriado, e eu aproveitei para... Assistir TV e ler hauhauhauhauhauhau. Mas, não foi uma programação simplória!!! Longe disso!!!!
Para começar, assisti ao seriado de 2006 Jane Eyre, da BBC, baseado em obra de Charlotte Brontë. Preciso descrever algo??? Essa obra atemporal e magnífica fala por si só. Mas é importante ressaltar que a paixão, a tragédia e a redenção a que nos submetemos ao ver ou ler essa história, ainda hoje, é arrebatadora!!!



Continuando, finalizei a leitura de As Crônicas de Bane, de Cassandra Clare, uma coletânea leve e divertida de histórias do Feiticeiro mais famoso e sexy do mundo criado por C. Clare. Através dessas pequenas histórias conhecemos um pouco mais sobre o humor, generosidade e coragem de Magnus. Não à toa é um dos personagens mais amados de Os Instrumentos Mortais.



Fechando tudo, li em dois dias A Esperança de Suzane Collins... Uma nova montanha russa de emoções... Mas não vou dar spoiler. O que posso dizer é que fiquei satisfeita com a resolução dada aos personagens e à história. Senti que a autora podia ter se aprofundado um pouco mais na história do país, mas como a narração ocorre em primeira pessoa, na visão de Katniss, talvez não fosse apropriado, dado seu estado emocional. Enfim, tenho a sensação de que muito mais poderia ser explorado, mas acho que a ideia de alguém jovem e sem conhecimento político, sendo usado em um reality show onde o prêmio maior é a sobrevivência, tornando-se o estopim de uma revolução em proporções épicas, sem ao menos se dar conta disso, é certamente assertiva.


PS: Imagens da web.

Beijinhos :*

Trechos

*Deveras, gosto de fazer essas coisas. Pegar a vida e fazer com a vida outras tantas vidas, fazendo de conta que a vida é diferente. Penso que, com isso, até melhoramos um pouquinho a vida. Aprendemos a melhorar a vida. E até melhoramos um pouquinho cada um de nós*

José Arrabal
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