A Rua Taquari sentia falta deles, aqueles quatro seres tão singulares que pela regência das estrelas Amizade e Amor, dividiam suas sortes.
Sentia falta da moça alta e magra, com alma de princesa e espírito matreiro, que leva a vida ao invés de deixar a vida lhe levar. Sentia falta dos seus insights que traziam comicidade à toda e qualquer situação, tornando a vida dos que a cercam mais leve.
Sentia falta do rapaz aventureiro que havia descoberto um amor transcendental em outro rapaz aventureiro e juntos, descobriram que a jornada da vida é breve, mas válida se você compartilha a sua gota de felicidade.
Sentia falta do rapaz doce, que mantinha sua alma gentil mesmo quando a vida lhe batia. E como ela bate forte nele. Mas, ele aguenta com coragem e gentileza. Sentia falta do seu riso solto e coração cheio de esperança.
Sentia falta da moça que vivia sob as expectativas do mundo a seu respeito, carregando um peso em seus ombros, tal qual Atlas, mas que com perseverança e um pouco de cinismo, ia fazendo as coisas do seu jeitinho. Sentia falta dos seus sonhos de menina.
Há tanto tempo eles não visitavam a Taquari, que esta sentia receio de lhes esquecer os traços, os tons de suas vozes, as nuances de suas risadas, os brilhos de seus olhos.
Mas, mesmo que nunca mais os visse, jamais os esqueceria por completo. Suas essências estavam irremediavelmente impregnadas naquela rua, em seu asfalto, nas paredes dos bares que a habitam. Porque é impossível esquecer alguém que é feito dos sonhos que alimenta e vive.

Meu mês de férias chegou, finalmente!!! Infelizmente está passando rápido, claro!!! Mas, eu tô tentando aproveitar e descansar bastante. Por isso aproveitei essa semana e viajei por uns dias e o destino escolhido foi Cananéia, no litoral sul de São Paulo. Um lugar perfeito para o que eu queria: descanso e sossego.


É um lugar, onde a gente vai pra apreciar a natureza e comer bem!!! A cidade fica próxima à Ilha do Cardoso, onde é possível ter acesso de barco ou lancha. Não pude ir por causa do mau tempo, confesso que fiquei um pouco receosa.
Sendo assim, apenas andei pela cidade e visitei o Museu Municipal, onde vemos uma coleção de armas portuguesas da época da colonização, artefatos indígenas locais e um impressionante tubarão embalsamado, capturado em Cananéia na década de 90. Tive que conter o grito, de verdade, quando virei o painel e de repente me vi olhando aquele monstro!!!

















Também visitei a Igreja Matriz, que está bem conservada e tem umas obras mostrando a Paixão de Cristo diferentes, feitas de gesso. Não sei dizer porque, mas eu tenho um certo fascínio por Igrejas, sempre as visito quando estou viajando. Acho que é por conta da sua importância histórica. 


Com relação à comida, fui a dois restaurantes diferentes. No primeiro, que fica bem próximo à orla marítima, com uma decoração simples, bem típica dos bares praianos, não gostei tanto da comida, pedi um executivo de frango, e o mesmo veio meio encharcado de óleo, mas estava bem temperado, assim como o feijão que estava muito bom. No segundo, que é um pouco mais sofisticado, com uma decoração rústica, em madeira, apreciei mais a comida, que estava muito bem preparada, pedi um filé mignon com legumes, e a carne estava no ponto, bem macia, e os legumes deliciosos. 


A pousada onde me hospedei era muito charmosa, com quartos individuais, como se fossem várias casinhas em uma rua, inclusive nos corredores haviam placas com nomes de ruas, e o atendimento foi muito bom, café da manhã simples, mas farto.








O que mais me impressionou nesse lugar, foi a simpatia dos moradores locais, onde eu ia as pessoas sorriam para mim e me cumprimentavam, como se eu fosse moradora da cidade, e foi a primeira vez que presenciei isso, o que me deixou super à vontade. Talvez, esse seja um bom motivo para retornar um dia.
<3
Ontem no Fantástico, passou uma reportagem falando sobre a Geração Y, a geração na qual me enquadro. É estranho ver tantos conceitos com relação à nossa juventude, como se tudo o que queremos fosse tão diferente das gerações anteriores. Religião: somos livres para escolher o que nos faz sentir melhor. Trabalho: há um leque imenso de oportunidades à nossa frente, não precisamos nos prender a uma única carreira, nem ficar na mesma empresa a vida inteira esperando a aposentadoria. Relacionamentos: eu que decido se vou casar, com quem e que tipo de relacionamento eu desejo. 
O sucesso da vida do jovem não se limita mais a apenas formar família e ter um emprego estável. Queremos mais, muito mais. Mais viagens, mais pessoas em nossa vida, mais itens que nos fazem sentir bem, mais poder sobre nossas escolhas.
Ao mesmo tempo, tudo isso vem com um grau de responsabilidade absurdo. Sim, diferente do que parece, a responsabilidade aumenta já que somos nós que tomamos nossas decisões. Por exemplo, uma das jovens entrevistadas pela equipe do Fantástico, é a responsável pela fonte de renda da família, composta pela mãe, avó e tia. Ela abriu mão de muitas coisas na vida dela para exercer esse papel. Linda atitude, palmas para ela, é o que todos pensam. Mas, ninguém para pra pensar se ela realmente teve escolha. Honestamente, eu acredito que não. Isso porque me encontro nessa posição também, sendo a provedora do meu lar e tendo outras pessoas dependentes de mim. Não estou me queixando, provavelmente se tivesse escolha, eu faria do mesmo jeito. A questão é que em muitos casos não há escolha. 
Ser da Geração Y tem suas vantagens claro, mas não é mar de rosas que a mídia mostra. Há muito mais em jogo do que apenas ter a liberdade de fazer nossas próprias escolhas...
Outro dia me lembrei de você. Do nada. Não foi saudade, juro. Só lembrei da época em que nossas vidas eram conectadas de alguma forma.
Lembrei do seu jeito tímido, dos talentos que você mantinha escondidos, porque não acreditava em si próprio, do jeito que você ficava quando pensava em assuntos sérios... Todas essas coisas e outras mais, passaram pela minha mente em uma fração de segundos.
Não sei porque pensar em você depois de todos esses anos. Te esquecer foi uma das coisas mais difíceis que já fiz na vida. Hoje, eu aceito que não era pra ser. Nós dois. Nunca foi pra ser.
Mas, imaginar uma vida com você ao meu lado era fácil. Parecia certo na época. Minha vida encaixava na sua e a sua encaixava na minha. Mas, claro que se fosse assim, nossa vida seria diferente hoje e você estaria comigo.
Acho que estou divagando sobre isso, porque estou sozinha há muito tempo, e às vezes bate uma vontade de ter alguém para compartilhar, somar, sentir. E acho que posso afirmar que você foi o grande amor da minha vida. Ao menos até agora. E é assustador pensar que talvez eu não seja capaz de sentir tudo aquilo de novo. Porque afinal, você está com outra pessoa, e acho que feliz (só posso supor, já que não nos vemos há tantos anos). Mas, eu estou aqui, sozinha. Nem feliz, nem infeliz, numa espécie de limbo, tentando sentir alguma coisa. Tentando viver alguma coisa. Tentando ser alguma coisa. 
Apesar de tudo, tenho muito a te agradecer, os momentos que me proporcionou foram lindos e de vez em quando eu os revisito na memória, só para lembrar que a vida pode ser boa, que ela pode ter um toque mágico. E que quando você se doa, nunca fica de mãos vazias.
Existe uma dor aqui dentro, que eu escondi no meu peito para poder seguir adiante, era o único jeito... Mas às vezes ela escapa e me derruba no chão, tirando o ar dos meus pulmões, confundindo minha mente e eu luto para respirar mais uma vez. Passado o choque inicial, eu corro em seu encalço e a prendo novamente. É o único jeito.
Cada pessoa lida de uma maneira diferente com a perda. Eu não consigo lidar, não ainda. Não estou ignorando, apenas não posso sentir, não posso permitir que seja liberado, porque eu sei que se isso acontecer, não haverá volta, estarei irremediavelmente despedaçada. No momento, com as escapadas da dor, eu estou trincada, mas ainda inteira. Se ela sair, ficarei quebrada e não sei se sou capaz de me reerguer depois disso. 
Como alguém se recupera de algo assim? Como alguém consegue fazer o que tem que fazer no dia a dia com esse sentimento dilacerando cada parte do seu ser? Como é possível respirar depois que parte da sua alma foi tirada de você?
Eu tenho medo de um dia descobrir as respostas a essas perguntas... Mas tenho um medo ainda maior de não encontrar essas respostas, de que elas não existam.


Olha só, você acordou, não é mesmo? Abriu seus olhos e conseguiu enxergar um belo sol, não é verdade? Levantou da cama e conseguiu andar, mexeu suas pernas e conseguiu mexer seus braços, deu bom dia a sua família e sentiu aquele cheiro de pão torrado logo cedo, arrumou suas coisas e conseguiu lembrar onde era sua escola/seu trabalho. Sorriu para o seu vizinho e ouviu aquela música que tanto ama. 
Agora pare!! Imagine se fosse tudo diferente. Imagine que você dormiu e ao acordar não conseguiu ouvir nada, ou que tentou enxergar e estava tudo preto, não, a luz não estava apagada, ou pior tentou levantar da cama e seu corpo não obedeceu, imagine que aquele seu vizinho hoje não receberia seu bom dia, e aquela música não seria tocada enquanto você ia até seu destino. Imagina se ao se levantar você não conseguisse sentir cheiro de nada ou talvez sua família não estivesse lá. 
Então agradeça, agradeça hoje enquanto você consegue ler esse texto, agradeça enquanto seus movimentos ainda estão aí. E mesmo se Deus te fez paradinha, agradeça pelo ar que você recebe Dele todos os dias. Simplesmente agradeça por apenas ter a oportunidade de acordar mais um dia. Ontem quando você foi dormir, Deus sentou ao lado de sua cama e em volta os anjos te protegiam, então você teve uma ótima noite de sono enquanto eles trabalhavam para mal algum tocar em você.

Pois é, agradeça pelo simples fato disso ter acontecido. Deus cuida de você até mesmo quando você não acredita mais Nele.
Fique na paz de Cristo e tenha um Bom dia
- RayaneTuretta

Um homem trabalhava num frigorífico.
Um dia, quando terminou o seu horário de trabalho, foi a uma das câmaras frigoríficas para fazer uma inspeção de última hora, mas por uma fatalidade, a porta fechou-se e ele ficou trancado.
Ainda que tenha gritado e batido na porta com todas as suas forças, ninguém o ouviu. A maioria dos funcionários já tinha ido embora e era impossível ouvir os gritos vindos de dentro da câmara.
Cinco horas mais tarde, quando o homem já estava à beira da morte, alguém abriu a porta. Era o segurança que lhe salvou a vida.
Após recuperar-se, o homem perguntou ao segurança como foi possível ele passar e abrir a porta, quando isso não fazia parte da rotina do seu trabalho.
O segurança explicou: “Eu trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos”. “Centenas de trabalhadores entram e saem todos os dias, mas você é o único que me cumprimenta pela manhã e se despede de mim à tarde”.
Os outros tratam-me como se eu fosse invisível.
Hoje, como todos os dias, você me disse “OLÁ”  na entrada, mas não ouvi o seu ‘ATÉ AMANHÔ. Espero o seu “olá” e o seu “até amanhã” todos os dias.
Para você eu sou alguém...
Ao não ouvir a sua despedida, sabia que algo podia ter acontecido...

MOMENTO DE REFLEXÃO
Sejam humildes e amem o próximo.
Deem sempre provas de atenção, respeito, piedade, perdão, paciência. Troquem sinais de benevolência, apreço, afeto, gratidão, amor...

Para vocês o meu... OLÁ E ATÉ AMANHÃ

Autor desconhecido

*Ele a olhou do outro lado da mesa, sorrindo e perguntou: 
- No que está pensando? 
- Hahahahah, não entendo porque as pessoas têm essa necessidade de saber o que as outras estão pensando - respondeu divertida. 
- Acho que eu só quero te conhecer melhor - respondeu, ainda sorrindo. 
Ela olhou para seu rosto, tentando encontrar algum indício de brincadeira, mas sua expressão demonstrava um interesse genuíno. Ela suspirou suavemente e lhe disse: 
- Há três coisas que você precisa saber sobre mim: primeiro, eu amo meu trabalho, ser fisioterapeuta não é apenas minha profissão... - disse pausadamente - É minha missão. Segundo: eu fico extremamente chata na TPM... 
Ele começou a rir o que a contagiou 
- É sério, nem eu me aguento às vezes hahah. 
- Hahahahha Ok Ok, e a terceira? 
Ela olhou diretamente em seus olhos e seu tom ficou um pouco mais sério: 
- Não me pergunte nada, a menos que esteja preparado para a resposta, seja ela positiva ou negativa. 
Ele apenas balançou a cabeça, assumindo um ar sério também, o que a constrangeu um pouco e lhe fez complementar de forma suave: 
- Não é que não me importo com os sentimentos dos outros, só prefiro ser honesta a respeito de como penso e sinto. 
- Isso soa um pouco como uma ameaça - disse ao abrir um sorriso meio torto lentamente. 
Ela sorriu de volta: 
- Ameaça não... É um aviso!!! 
Quem observasse, veria que os olhos de ambos brilhavam.*




Fonte da imagem: web.
Sim, eu sei que pareço obcecada com a obra de Jane Austen huahuahua, mas é que realmente me identifico com o estilo da autora.
Essa semana assisti ao seriado Orgulho e Preconceito, produzido pela emissora britânica BBC, de 1995 e fiquei muito feliz de ver como foi fiel ao livro. Com relação às atuações, achei a Lizzy e o sr Bennet perfeitos desde o início, mas os demais me pareceram um pouco artificiais - a Jane ficou muito apagada, Lydia ficou mais infantil do que eu esperava pelo livro, o sr Bingley então, parecia muito bobo no começo, e o sr Darcy, Colin Firth que me perdoe, mas parecia tão não ele!!!!! Mas isso mudou quando chegou o momento dele se declarar, a partir dali pensei: esse é o sr Darcy!!! Enfim, apesar dessas impressões iniciais, amei o seriado, ficou muito bom!!!
Também li Novelas Inacabadas da autora, duas obras que tiveram de ser interrompidas pela fragilidade da saúde e por fim, óbito de Jane. Os Watsons ficou curtinho, mas deu pra ver a marca de Jane nele, sua escrita fluida e leve, mais direta. A protagonista já se mostrava diferente das anteriores, o que costuma ser uma característica de sua obra. Sabe-se que ela abandonou essa história propositalmente(por circunstâncias pessoais), mas ficou um gostinho de "quero mais" rsrs.
Já em Sanditon, posso dizer que me diverti muito com seus 12 capítulos!!! Eis que Jane surpreende com um texto mais mordaz e cínico, abordando como tema as manias de doenças de algumas pessoas e a contradição que as envolve. Tenho certeza  de que seria um sucesso total!!! Enfim, uma pena que não teve tempo de continuar a escrevê-las, mas sua obra fica marcada em nossa história. 


Título Original: Pride and Prejudice
Elenco: Colin Firth, Jennifer Ehle, Benjamin Withrow, Alison Steadman, Susannah Harker, Crispin Bonham-Carter, Lucy Davis
Diretor: Simon Langton
Ano de produção: 1995
Emissora: BBC

Sinopse: Lizzy Bennet (Jennifer Ehle) é uma romântica e decidida mulher que não concebe a ideia de se casar sem amar o esposo, mas tem de enfrentar as formalidades de uma sociedade em que o matrimônio era só mais uma ferramenta de poder. 
Quando um jovem milionário, Mr. Bingley (Crispin Bonham-Carter), se estabelece na pequena Meryton, a calma do local é quebrada. Lizzy sente subitamente uma repulsa pelo amigo de Bingley, Mr. Darcy (Colin Firth), mas é envolvida em uma trama que a faria descobrir facetas ocultas de Darcy. 



Título: Novelas Incabadas - Os Watsons e Sanditon
Autora: Jane Austen
Ano: 2013
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 176


Imagens da web.

Sobre a semana passada:
Fim de semana acompanhado de feriado, e eu aproveitei para... Assistir TV e ler hauhauhauhauhauhau. Mas, não foi uma programação simplória!!! Longe disso!!!!
Para começar, assisti ao seriado de 2006 Jane Eyre, da BBC, baseado em obra de Charlotte Brontë. Preciso descrever algo??? Essa obra atemporal e magnífica fala por si só. Mas é importante ressaltar que a paixão, a tragédia e a redenção a que nos submetemos ao ver ou ler essa história, ainda hoje, é arrebatadora!!!



Continuando, finalizei a leitura de As Crônicas de Bane, de Cassandra Clare, uma coletânea leve e divertida de histórias do Feiticeiro mais famoso e sexy do mundo criado por C. Clare. Através dessas pequenas histórias conhecemos um pouco mais sobre o humor, generosidade e coragem de Magnus. Não à toa é um dos personagens mais amados de Os Instrumentos Mortais.



Fechando tudo, li em dois dias A Esperança de Suzane Collins... Uma nova montanha russa de emoções... Mas não vou dar spoiler. O que posso dizer é que fiquei satisfeita com a resolução dada aos personagens e à história. Senti que a autora podia ter se aprofundado um pouco mais na história do país, mas como a narração ocorre em primeira pessoa, na visão de Katniss, talvez não fosse apropriado, dado seu estado emocional. Enfim, tenho a sensação de que muito mais poderia ser explorado, mas acho que a ideia de alguém jovem e sem conhecimento político, sendo usado em um reality show onde o prêmio maior é a sobrevivência, tornando-se o estopim de uma revolução em proporções épicas, sem ao menos se dar conta disso, é certamente assertiva.


PS: Imagens da web.

Beijinhos :*

Ai que blogueira mais relapsa estou me saindo :(
Estava sem internet há quase um mês e sinceramente, fazer post pelo celular não é muito a minha cara... Sou tradicional, gosto do computador!!! Não sei porquê, não tem muita diferença, mas acontece o mesmo com relação aos livros, eu gosto de pegar, olhar, sentir o cheiro (rsrs esquisitices reveladas), não tenho muito prazer em ler por leitores digitais!!!
Falando em ser tradicional, quero comentar sobre Cinderela!!!! Sim, o mais novo live-action da Disney!
Posso dizer que achei perfeito? E não tem nada a ver com Robb Stark como príncipe-gato huauhauhahuhua. Enfim, focando na história, assisti a várias adaptações dos desenhos Disney e por mais legais que tenham sido, como Malévola por exemplo, ficava sempre a impressão de que tinham mudado demais a história... Eu sei que as versões Disney não são fiéis às histórias originais, mas isso é assunto pra outro momento... O que eu quero dizer é que eu estou acostumada com as versões dos clássicos e me parecia que algo faltava quando assistia às adaptações.
Coisa que não aconteceu com Cinderela... O filme é perfeito, porque é fiel à versão animada... E sinceramente até mais tocante. Cinderela é uma história que faz com que qualquer garota se identifique com sua protagonista: ela é honesta, simples, trabalhadora, boa e só quer ser feliz com sua família. Quem não quer isso? Talvez seja um plano de vida pouco ambicioso, mas se não se tem isso, o que mais pode dar certo? 
O fato de ser alvo do amor de um príncipe rodeia o sonho de muitas mulheres, e na vida real, um príncipe não precisa ser rico, no fundo de nosso coração sabemos que as principais qualidades que procuramos são a generosidade, a inteligência, a capacidade de se doar e aceitar quem realmente somos e isso não está atrelado ao dinheiro (felizmente).
Acredito que há uma Cinderela em cada uma de nós, mulheres que só almejam da vida amor.. De nossas famílias e de alguém que nos encare como igual e complementar!!!
Pelo menos a Cinderela que há em mim, quer muito isso!!!
Domingo, e mais uma vez me pego refletindo sobre várias coisas ao mesmo tempo... Não é estranho que isso ocorra com certa frequência nas tardes de domingo??? Tipo, não é como se eu não tivesse nada melhor a fazer - aula do curso pra assistir, coisas do trabalho a concluir, colocar a conversa em dia com minha família e amigos, atualizar minha lista de livros, escrever algo decente pro blog...
Talvez seja apenas minha cabeça rebelde me transformando numa procrastinadora sem remédio... Ou talvez esteja cada vez com mais preguiça das pessoas em geral, minha chatice e a delas num nível exacerbado porque o domingo se arrasta e ao mesmo tempo passa tão rápido...


Quando eu era criança, e aprendi a ler, fiquei fascinada pelo mundo das palavras. E desde então leio compulsivamente... Desde os rótulos do meu shampoo até os livros requisitados na época da faculdade (sério, eu leio tudo que cai na minha mão, qualquer coisa que tenha palavras rsrsr). 
Naquela época, como toda criança, eu ficava hipnotizada pelas histórias de contos de fadas e imaginava como seria viver naqueles mundos, onde os personagens começavam a enfrentar a vida e os seus perigos desde a mais tenra idade, e com uma imaginação mais que fértil, me via fazendo parte daquilo tudo, ativamente. Acredito que todo leitor passa por isso, faz parte da magia da leitura, a capacidade de nos levar a conhecer lugares e pessoas, sem sair do lugar, usando apenas a nossa imaginação.
E se alguém decidisse reunir todas as histórias famosas de contos de fadas, em um único enredo? E se todos os nossos personagens favoritos se conhecessem e fizessem parte do mesmo mundo? E se esse alguém fizesse isso de maneira que nós, leitores, fôssemos de alguma forma participantes desse mundo?
Loucura demais???
Para Raphael Draccon não é!!! E sim, ele fez isso com a história de Dragões de Éter, uma trilogia que ganhou fama através de um boca a boca, como pouco se viu nos últimos tempos!!! Eu mesma recebi a indicação de um estranho no trem - eu estava lendo Atlantis, quando percebi um rapaz tentando ver o título, e virei o livro para que ele pudesse anotar, em seguida ele me passou um papel onde estava escrito "Trilogia Dragões de Éter". Confesso que demorei um pouco para adquirir os livros e um pouco mais de tempo ainda pra lê-los. 
O que mais surpreende nessa história, é que o lugar onde ela se passa, Nova Ether, nos recorda a Terra Média de O Senhor dos Anéis, O Reino de Nárnia, ou até mesmo os Reinos de Game of Thrones, mas creiam, é um produto nacional. Simmmm, Raphael é brasileiro!!! Isso torna tudo mais incrível, já que estamos tão acostumados a histórias "importadas"!!!
Preciso confessar que não li ainda o terceiro livro... E por um motivo bem simples, vai haver continuação, e como eu cometi o crime de dar uma olhada em algumas partes da história, sei que muitas coisas precisam ser concretizadas e explicadas. Mas basta saberem que vale a pena, a história tem um ritmo incrível, cheia de reviravoltas e personagens fabulosos, e seria muito difícil descrevê-los em um único post. E o mais importante, essa história fica na nossa mente por dias e dias, como se nós fizéssemos parte de Nova Ether, de forma que Draccon alcança seu objetivo e nossos corações!!!

Título: Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas
Autor: Raphael Draccon
Editora: Leya
Ano: 2013
Páginas: 440

Sinopse: Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga.
Essa influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.
Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a Paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer...
Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real.
E mudará o mundo.

Título: Dragões de Éter - Corações de Neve
Autor: Raphael Draccon
Editora: Leya
Ano: 2013

Páginas: 495

Sinopse: Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasceu a Era Antiga. Hoje, Arzallum, o Maior dos Reinos, tem um novo rei, e a esperada Era Nova se inicia.
Entretanto, coisas estranhas continuam a acontecer... Uma adolescente desenvolve uma iniciação mística proibida, despertando dons extraordinários que tocam nos dois lados da vida. Dois irmãos descobrem uma ligação de família com antigos laços de magia negra, que lhes são cobrados. Duas antigas sociedades secretas que deveriam estar exterminadas renascem como uma única, extremamente furiosa.
Após duas décadas preso e prestes a completar 40 anos, um ex-prisioneiro reconhecido mundialmente pelas ideias de rebeldia e divisão justa dos bens roubados de ricos entre pobres é libertado, desenterrando velhas feridas, ressentimentos entre monarcas e canções de guerra perigosas. 
O último príncipe de Arzallum resgata sombrios segredos familiares e enfrenta o torneio de pugilismo mais famoso do mundo, despertando na jornada poderosas forças malignas e benignas além de seu controle e compreensão.
E a tecnologia do Oriente chega de maneira devastadora ao Grande Paço, dando início a um processo que irá unir magia e ciência, modificando todo o conhecimento científico que o Ocidente imaginava possuir.
E o mundo mudará. Mais uma vez. 


Oiiiiii!!! Finalmente voltei!
E pra recuperar o tempo perdido, já vem uma dica super linda! Em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres (que foi ontem!!!), vou falar sobre A Cidade do Sol de Khaled Hosseini, o médico-escritor afegão que dominou o mundo com apenas 3 livros XD. Uma história sobre o poder de sobrevivência das mulheres, independente das circunstâncias...

Sabe aqueles livros que você demora um tempão pra se decidir a ler, e quando o faz se arrepende de não ter lido antes? Pois A Cidade do Sol é um desses. Há alguns anos Khaled Hosseini se destacou com seu romance de estreia, O Caçador de Pipas (o qual ainda não li, pra minha vergonha eterna!) e levou o mundo inteiro a olhar de maneira diferente para o Afeganistão.
Nesta outra história, ele não deixa por menos. Suas protagonistas são mulheres diferentes entre si, mas que tem em comum a coragem de enfrentar seu destino. 
Mariam, nascida de uma relação com um homem importante e casado com outras 3 mulheres, não teve em sua infância exemplos sinceros de amor do pai (a meu ver, um homem fraco), nem o carinho do colo da mãe (sua mãe a amava sim, mas o sofrimento a que foi submetida após a gravidez, distorceu sua visão do amor e a impediu de demonstrar à Mariam o amor que lhe dedicava). Após um casamento arranjado às pressas, para que não fosse um problema às esposas do pai, ela se muda para Cabul e de início parece que ela finalmente vai ter um pouco de carinho e tranquilidade em sua vida. Isso só dura até ela e o marido descobrirem que por mais que tentassem, ela não conseguia sustentar uma gravidez. 
Laila, ao contrário, teve uma infância repleta de amor dos pais e dos irmãos, e cedo descobriu o poder de encontrar sua alma gêmea (um pouco piegas, eu sei, mas é verdade rsrs). Mas assim como em todos os outros lugares que passaram por isso, a guerra afetou primeiramente aos afegãos, e Laila, por um acaso (ou proteção) do destino, se viu sozinha no mundo, antes de se tornar adulta. 
A partir desse momento as vidas das duas se encontram e se entrelaçam de forma que juntas tentam sobreviver ao caos que se instalou em suas vidas e na vida do povo afegão, ainda que no início elas não consigam se entender, nem entender a si mesmas.
Hosseini, através da história dessas mulheres nos conta um pouco sobre o que foi e o que é, ser mulher no Afeganistão. Um país assolado por uma guerra que parece nunca terminar, mas ainda assim repleto de uma bela história e de pessoas que apesar de todo o sofrimento que lhes é imposto (pelo governo, religião ou supostos heróis), não perdem a esperança de um futuro melhor. Mesmo que esse futuro se resuma ao dia seguinte apenas.
Um livro fascinante, não tem outra palavra!!!

Título: A Cidade do Sol
Autor: Khaled Hosseini
Editora: Nova Fronteira
Ano: 2007
Páginas: 368

Sinopse: Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 15 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: "Você pode ser tudo o que quiser." Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela História, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a História continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do "todo humano", somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.



Olá!!!!
Vamos nos conhecer melhor? Sim!!!! Rsrsr
Vou responder à uma tag que vi em um blog que sigo, o Bookshelfone. Espero que curtam!!!

1 - Qual é o estilo literário que você passou a ler depois de ter um blog?
Nunca fui de ler um estilo só, e continuo assim. Na minhas estante tem de tudo um pouco ;)

2. Se pudesse entrevistar um autor que já não está entre nós, quem seria?
Jane Austen, clarooooo. Há outros também, mas ela está no topo da lista. Se vivêssemos na mesma época, seríamos grandes amigas (pretensiosa uahuauhahuauh)

3. Qual o livro que você já comprou por impulso?
Sempre compro por impulso uhahuauhahu, mas das últimas aquisições posso citar Quatro da Veronica Roth, e foi mesmo um impulso já que não li a saga Divergente, nem pretendo! Mas Quatro valeu mesmo a pena!!!

4. Você tem uma saga favorita? Qual?
Não li muitas sagas completas, mas acho que A Maldição do Tigre foi muito especial, já reli umas 4 vezes e sempre me surpreendo!!!

5. Qual livro, se você pudesse, mudaria o final?
Não consigo pensar em nenhum no momento :/

6. Você tem algum poema favorito? Qual?
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
* Trecho de Tabacaria do Fernando Pessoa

7. Cite um personagem de algum livro com o qual você queria namorar?
Hummmmm, olha a discórdia aí!!! huahuahuuha, essa é difícil, mas acredito que Alagam Dihren seria uma escolha mais que perfeita!!!

8. Escolha um personagem e uma música que combine com ele.
Nossa, trabalho difícil!!!!! Mas acho que Percy Jackson combina bem com Heroes do David Bowie.

9. Já deixou algum livro pela metade? Qual você não consegue ler por inteiro?
Pra minha vergonha eterna, não consegui terminar Dragões de Éter, e o motivo foi que eu não me aguentei e folheei um pouco o último livro... Aí descobri que faltava um último livro e desisti. Mas já retomei a leitura e espero conseguir ir até o fim agora!!!

10.Um livro que foi uma surpresa para você? (Boa ou Negativa)
Pra citar um exemplo negativo: O Sangue do Olimpo, último livro da saga Os Heróis do Olimpo. Eu gosto muito do estilo do Riordan, repleto de sarcasmo e referências culturais... Mas esse último ficou sei lá, meio corrido, os acontecimentos não se encaixavam muito bem, me pareceu que foi tudo feito às pressas. Sei lá, foi a impressão que tive.

11. Um personagem que com certeza seria seu amigo?
Nossa, de tantos tenho que escolher apenas um???? Que seja Elizabeth Bennet então rsrsrs. Iríamos tocar o terror juntas XD.

Espero que tenha dado pra entender um pouco melhor o meu gosto literário. Sugiro que também façam esse exercício, vocês podem se surpreender.

Beijinhos :*

A música abaixo é um clássico do David Bowie e sua versão original faz parte da trilha sonora do filme As Vantagens de Ser Invisível, comentado no post anterior. Mas, o sr Bowie que me perdoe, eu prefiro muito mais a versão da banda do Jacob Dylan, sim, filho de Bob Dylan, O Poeta!!!
XD 




A dona desse blog é uma workaholic incorrigível!!! Juro que eu tento manter os posts em dia, mas tá difícil rsrsrsrsr, muito trabalho com o trabalho e fora dele também. Mas chega de deculpinhas né?
Então, vamos falar de filmes!!! Não sei se já falei isso antes, mas sou uma cinéfila de carteirinha!!! Amo ver filmes, ler suas críticas, conhecer os atores e diretores... Enfim, tudo que tem a ver com a magia da sétima arte! Até já quis estudar cinema, quando era mais nova.
Dos últimos filmes que assisti, As Vantagens de Ser Invisível foi um dos poucos que me surpreendeu. A história flui em torno de Charlie (Logan Lerman, bem fora do habitual), um adolescente que acaba de entrar pro colegial. Ele tem problemas de socialização, mas não apenas porque é tímido ou tem medo de fazer novas amizades. Sua vida é marcada por perdas terríveis que o fizeram se voltar para seu mundo interior, e sua família, apesar de apoiá-lo e incentivá-lo a superar, não compreende a extensão dos danos causados à sua alma. 
Ao tentar se enturmar na escola, ele faz amizade com Patrick e Sam, dois meio-irmãos que estão para se formar. Patrick é  debochado e faz pouco caso do  bulling que sofre dos atletas e populares da escola. Sam (interpretada pela diva Emma Watson), teve problemas de comportamento no passado e tenta recuperar o tempo perdido assumindo uma atitude mais séria diante dos estudos. Ambos se apegam a Charlie e o admitem integralmente ao que chamam de Clube dos Desajustados. Outro personagem importante para Charlie nessa fase, é o seu professor de Literatura que incentiva seu gosto pela leitura e escrita.
No núcleo familiar, vemos que os pais de Charlie se esforçam, mas não conseguem lidar muito bem com ele. Seu irmão é um grande atleta que joga pela faculdade e é adorado pelos pais. Sua irmã é uma grande idealista, que tenta transformar o mundo através de consumo responsável e atitudes sustentáveis, mas que suporta a violência do namorado calada.
Talvez numa tentativa de lidar com tudo o que lhe aconteceu, Charlie escreve cartas a um personagem anônimo, como se fosse para um amigo,o que nos faz ter uma ideia mais clara de como ele sente com tudo o que acontece a partir de então. 
O que aparentemente era pra ser mais um filme sobre a triste - alegre - rebelde fase da adolescência toma proporções de uma seriedade profunda ao lidar com temas como a morte, sexualidade, violência, bulling e culpa, e fico feliz de ver um filme do gênero que traz tantas reflexões a pessoas de idades mais avançadas também. Recomendadíssimo!!!
Ah, não posso deixar de mencionar a trilha sonora... Simplesmente fantástica!!!

Título: As Vantagens de Ser Invisível
Gênero: Comédia dramática/Romance
Ano de produção: 2012
Distribuidora: Paris Filmes
Direção: Stephen Chbosky
Elenco: Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller, Nina Dobrev, Paul Rudd, etc.

Sinopse: Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Sua professora de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si... até o dia em que dois amigos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele.




O último texto da compilação de Jane Austen é Persuasão... Confesso que o acho o texto mais triste da autora, dentre os que li. Em Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito e Abadia de Northanger, as heroínas iniciavam suas jornadas de maneira até que alegre, para só depois passarem por provações até alcançar a felicidade de que eram merecedoras... Aqui, a pobre Anne sofre desde o princípio. 
Anne é de uma família nobre, com títulos impressionantes, mas que passam por dificuldades financeiras devido à falta de bom senso do pai e da irmã, ambos extremamente vaidosos e egoístas. Anne é diferente, e em grande parte devido aos sofrimentos causados por suas escolhas do passado. Ela é doce e aceita seu destino com certa calma. Já está com 27 anos e não tem nenhuma perspectiva de casamento, além de o sofrimento dos últimos terem lhe roubado uma parte do seu brilho.
Ao reencontrar o único amor de sua vida, ela se resigna a aceitar com gratidão  todo gesto de bondade que ele lhe oferece, sem esperar que ele a perdoe por ter lhe tratado tão mal no passado.
Ao longo da história, nós percebemos como sua bondade é verdadeira, ela tenta ser útil a todos ao seu redor, sem com isso esperar qualquer compensação ou tentativa de bajulação. Sua alma é boa!!! E o reencontro com Frederick reaviva não só seus sentimentos como também o brilho que lhe foi tirado. É uma história encantadora, simples, irônica e inteligente... Como sua autora. Recomendadíssimo!!!!

Título: Persuasão
Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret

Sinopse: O enredo gira em torno de Anne Elliot, filha de Sir Walter Elliot, um vaidoso e esnobe baronete. No passado, Anne apaixonara-se por Frederick Wentworth, que, embora belo, inteligente e ambicioso, não tinha tradições ou conexões familiares importantes - e assim Anne fora persuadida pela família a romper com ele. Em 1815, momento em que se passam os eventos narrados no livro, a boa, generosa e sensível Anne Elliot continua solteira, mas agora, aos 27 anos, pensa com mais autonomia e maturidade. Agora, também, a situação financeira de Sir Walter Elliot é desfavorável, e ele se vê obrigado a alugar a propriedade da família. Por força do destino, o novo ocupante da residência é cunhado de Wentworth. Quase oito anos após o rompimento, Anne se verá novamente convivendo com seu grande amor, agora um capitão da Marinha, e reflexões, conjunturas e arrependimentos serão inevitáveis. Anne e Frederick se redescobrem apaixonados, e renovam o compromisso de casamento.


Bob Dylan é sem dúvida um dos maiores ícones da música mundial, e isso não só por seu timbre rouco e diferente, mas também por  suas composições maravilhosas, tanto pelas letras quanto pelas melodias!!! Mr. Tambourine Man faz parte da trilha sonora do filme A Música Nunca Parou, do qual falei no post anterior e é uma música belíssima, fala com a nossa alma!!! 
:*



E lá vou eu, atrasada de novo huuhahuahuahu. O bom é que o filme escolhido também dá origem à trilha sonora escolhida, então vou ganhar tempo também rsrsr.
Enfim, A Música Nunca Parou foi um filme escolhido ao acaso, eu nunca tinha ouvido falar nele, mas em sua capa estava escrito os nomes de algumas bandas e cantores, cujas músicas faziam parte da trilha e foi esse o único motivo que me levou a assisti-lo... E a me surpreender!!! É um filme delicado e suave, dramático sem ser apelativo e apesar de não ter atuações marcantes, seus atores deram conta da história!!! E sua mensagem de como devemos aproveitar os momentos ao lado de quem amamos e que é preciso ceder para que haja entendimento e equilíbrio nas relações  é sempre válida!!!!
Sem contar o fato de se utilizar a música como meio de criar elos com as pessoas que amamos!!! Que coisa fabulosa!!!
Por favor, ouçam a trilha sonora... Fantástica!!!!
Beijinhos ;)

Título: A Música Nunca Parou
Gênero: Drama
Ano de produção: 2014
Distribuidora: Europa Filmes
Direção: Jim Kohlberg
Elenco: J. K. Simmons, Lou Taylor Pucci, Julia Ormond, etc.

Sinopse: Henry Sawyer (J.K. Simmons) é um pai que luta para se conectar com o filho Gabriel (Lou Taylor Pucci), que descobre um tumor no cérebro que o impede de produzir novas memórias. Os dois tentam superar uma distância emocional e acabam encontrando uma forma de se relacionarem através da música.


Dando continuidade à compilação de Jane Austen, o texto da vez é Orgulho e Preconceito, talvez sua obra mais conhecida no mundo todo, já teve diversas edições e adaptações cinematográficas e televisivas. Jane ainda não tinha 21 anos quando o escreveu, o que nos mostra que ela era extremamente sensível e perceptiva quanto ao que se passava ao seu redor na época (séc. XVIII), e o quanto estava à frente dos autores conhecidos até então, pois aqui mais uma vez ela se faz valer de sua observação da sociedade em que vivia para dar vazão à sua história.
Seus personagens são intensos e suas personalidades descritas de forma tão enfática, que nos esquecemos de imaginá-los como são fisicamente, e nos concentramos em como eles são, digamos assim, por "dentro". 
Elizabeth Bennet é uma moça  inteligente e perspicaz, que se mostra uma grande avaliadora das pessoas. Mas sua autoconfiança em seu próprio julgamento a faz cometer erros, ao ignorar o bom senso em determinadas situações o que a leva a cometer e de certa forma colaborar com uma injustiça que será motivo de vergonha de si mesma, quando esta é revelada.
O Sr Darcy é um jovem inteligente, sério e muito rico, que foi criado para acreditar que as diferenças socioeconômicas são motivos o suficiente para decidir quais são as melhores relações de amizade e até mesmo amorosas. Mas seu caráter é íntegro e julgado erroneamente por Elizabeth e quase todas as pessoas que o conhecem. Ao longo da história uma mudança ocorre em sua paisagem interior ao perceber como vem causando sofrimento nas pessoas, mesmo que suas intenções sejam boas.
O encontro de duas personalidades tão fortes e autoconfiantes torna o livro impossível de largar antes do fim. Sua narrativa é mais fluente e dinâmica que em Razão e Sensibilidade, e sua crítica à sociedade da época mais intensa, e apesar de carecer um pouco da delicadeza do texto anterior, não deixa de mexer com nossas emoções, ao contrário, nos atinge em cheio!!!Em minha opinião é um texto incrível e merece todo o louvor que tem recebido desde que foi lançado.
Super recomendo!!!! :*

Título: Orgulho e Preconceito
Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret

Sinopse: O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.



Bom dia!!!! Minha trilha hoje é nada mais nada menos que Let it be, clássico dos Beatles, e uma das minhas favoritas de todos os tempos, tenho ela em diversas versões diferentes, mas escolhi postar essa porque estou no momento in love com Adam Levine XD. Curtam!!!! :*




Eeeeee, esse post era ter sido escrito ONTEM!!!! Acontece que meu computador não cooperou, por isso o atraso XD.
Enfim, o filme escolhido pra essa semana é Garota Exemplar, um suspense adulto que traz uma importante reflexão sobre a vida em um casamento. Amy Dunne desaparece e inicialmente tudo leva a crer que foi sequestrada ou assassinada. Nick, seu esposo, levanta suspeitas desde o início devido a seu comportamento atípico e pouco convincente como o marido que só quer a esposa de volta. O desenrolar da história é de uma reviravolta incrível!!!! Confesso que me entediei um pouco no começo, mas depois da primeira revelação não desgrudei mais os olhos!!! Ben Affleck continua não sendo um ator muito expressivo, pra mim  ele não tem mímica facial, mas ele não desaponta, a surpresa aqui fica por conta de Rosamund Pike, cujos papéis anteriores eram mais simples e meigos, por isso me surpreendi com a intensidade de sua atuação, e não à toa recebeu uma indicação ao Oscar! Quem sabe ela não leva??? Os demais personagens também estão bem construídos e você acaba identificando com pessoas que conhece na vida real rsrs. A trilha contribui pra manter o clima de tensão do início ao fim, e quando percebemos estamos lá sem piscar!!! A trama questiona algo bem relevante na vida em casal, as expectativas criadas, as mudanças ao longo do tempo, e o que fazemos a nós mesmos e aos outros quando descobrimos que a vida não é o que esperávamos, acima de tudo nos faz pensar sobre as nossas escolhas e suas consequências.
Não ficarei aqui soltando spoilers, corre lá e assiste ;)

Título: Garota Exemplar
Gênero: Suspense
Ano de produção: 2014
Distribuidora: Fox Filmes
Direção: David Fincher
Elenco: Ben Affleck, Rosamund Pike, Neil Patrick Harris, Tyler Perry, etc.

Sinopse: Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.




Minha atual leitura trata-se de uma compilação de Jane Austen, e o primeiro texto é Razão  e Sensibilidade. Ainda não terminei, mas falta pouco. Por tratar-se de uma história cheia de detalhes, não pode ser uma leitura muito rápida, pois corre-se o risco de perder o entendimento dos pormenores da narrativa.
Eu amo Jane Austen, seu modo de escrever é um alívio quando comparado a outros autores da mesma época e até dos dias atuais. Ela é honesta com relação aos seus personagens, muitas vezes exacerbando o que eles tem de melhor ou pior. Suas histórias são facilmente confundidas com relatos sobre o amor, mas na verdade trata-se do ser humano, em especial sobre as mulheres, mas não de um "jeito feminista ultrajado pela sociedade", ela fala sobre o papel das mulheres de sua época, com relação à construção de seu próprio destino.
Em Razão e Sensibilidade não é diferente: temos duas irmãs muito diferentes entre si, mas que se amam muito e são companheiras e amigas em todos os momentos. As duas passam por situações semelhantes em suas relações amorosas, mas a reação de cada uma ante às dificuldades que se apresentam são tão distintas que provoca nos leitores menos aguçados a sensação de que uma é completamente passional e a outra fria demais. Um erro ao meu ver. 
Marianne é sim passional, e muitas vezes tola, mas acredito que isso se deva à pouca idade e um ideal firmado dentro dela com apoio da mãe, com quem é tão parecida. Mas ela tem uma inclinação natural para o amor, que se reflete não só com relação aos entes queridos, como também à natureza, artes e tudo que possa contribuir para seu crescimento intelectual. Seu amadurecimento durante o decorrer da história é notável e me fez gostar dela mais e mais.
Elinor não é de uma racionalidade extrema como pode parecer a princípio, ela tem bom senso e praticidade, o que vem a calhar diante das dificuldades que ela e a família enfrentam. Mas é capaz de um amor tão profundo e altruísta que a faz deixar de lado seu próprio sofrimento para apoiar e cuidar daqueles que lhe são queridos, mesmo que às custas de sua própria felicidade, esta não seria completa se alguém que ela ama estivesse sofrendo. É uma personagem delicada e apaixonante.
Enfim, para mim, ambas são capazes de um amor incondicional e verdadeiro, mas que se apresentam de maneiras diferentes, de acordo com a personalidade de cada uma.
Vou parar por aqui e correr para terminar de ler, beijinhos *_*

Título: Razão e Sensibilidade
Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret

Sinopse: Este primeiro romance de Jane Austen foi publicado em 1811 e logo recebeu reconhecimento do público. “Razão e Sensibilidade” é um livro onde as irmãs Elinor e Marianne representam esse dualidade, de maneira alternada, ao longo do livro. Por meio das experiências vividas pelas duas irmãs como: perda, amor e esperança. Austen nos oferece um excelente panorama da vida das mulheres de sua época. As irmãs vivem em uma sociedade completamente rígida e ambas tentam sobreviver a este mundo cheio de regras e injustiças. Tanto a sensível e sensata Elinor, quanto a romântica e impetuosa Marianne se vêem fadadas a aceitar um destino infeliz por não possuírem fortuna e conexões, obrigadas a viverem em um mundo dominado pelo dinheiro e pelo interesse. Ao longo da narrativa as duas personagens passam por um processo de apredizagem, tentando mesclar a razão com os sentimentos em busca de um final feliz.


E lá vem o primeiro post sobre música!!! Afinal hoje é sexta, dia em que todo mundo fica meio alvoroçado pra curtir o fim de semana, e a música faz parte desse momento!!!!
Escolhi uma música que descreve bem a maneira como me sinto atualmente, apesar de não ser tão conhecida, a banda que a interpreta é bem famosa e badalada!!!! 
Não encontrei o vídeo no youtube, então segue somente a letra abaixo. Pra ouvir em volume máximo!!! :*

Meu vício agora
George Israel e Paula Toller

Não vou mais falar de amor
De dor, de coração, de ilusão
Não vou mais falar de sol
Do mar, da rua, da lua ou da solidão

Meu vício agora é a madrugada
Um anjo, um tigre e um gavião
Que desenho acordada
Contra o fundo azul da televisão

Meu vício agora...
É o passar do tempo
Meu vício agora...
Movimento, é o vento, é voar...é voar

Não vou mais verter
Lágrimas baratas sem nenhum porque
Não vou mais perder
Melôs manjadas de Karaokê

E mesmo assim fica interessante
Não ser o avesso do que eu era antes
De agora em diante ficarei assim...
Desedificante

Meu vício agora...
É o passar do tempo
Meu vício agora...
Movimento, é o vento, é voar... é voar



Olá!!!! Como prometido, estou tentando manter as postagens "obrigatórias' sobre coisas que eu gosto =D.
Hoje vou falar de um filme, que não é tão recente, mas que só assisti há poucos dias e mexeu bastante comigo. O Impossível conta a história da luta de uma família para sobreviver após serem atingidos por um tsunami. A princípio pode-se pensar que é mais uma daquelas histórias de sobrevivência e coragem, onde todos aqueles que são dignos são recompensados com um final feliz. Mas, não se trata disso!!!! 
Esse filme mostra como as pessoas reagem de maneiras diferentes a uma tragédia dessa magnitude, e como algo assim pode despertar o que há de mais nobre e puro dentro de cada um de nós. Não ficarei aqui soltando spoilers, porque realmente espero que alguém assista e se sinta tocado, assim como eu!

Beijinhos ;)

Título: O Impossível
Gênero: Drama
Ano de produção: 2012
Distribuidora: Paris Filmes
Direção: Juan Antonio Bayona
Elenco: Naomi Watts, Ewan McGregor, Tom Holland II, etc.

Sinopse: O casal Maria (Naomi Watts) e Henry (Ewan McGregor) está aproveitando as férias de inverno na Tailândia junto com os três filhos pequenos. Mas na manhã de 26 de dezembro de 2004, enquanto curtiam aquele paraíso após uma linda noite de Natal, um tsunami de proporções devastadoras atinge o local, arrastando tudo o que encontra pela frente. Separados em dois grupos, a mãe e o filho mais velho vão enfrentar situações desesperadoras para se manterem vivos, enquanto em algum outro lugar, o pai e as duas crianças menores não têm a menor ideia se os outros dois estão vivos. É quando eles começam a viver uma trágica lição de vida, movida pela esperança do reencontro e misturando os mais diversos sentimentos.


Olá!!!!
Iniciando essa segunda com um post sobre literatura, conforme combinado ontem rs.
Pra esse ano de 2015, decidi que a ordem de leitura seria determinada por sorteio, e então coloquei todos os nomes de livros que ainda não li em um jarro e vou lendo conforme o livro sorteado - deixo nas mãos do destino rsrsrsrs (que bobagem!!!).
O primeiro livro escolhido e lido através desse método foi Histórias do Japão de José Arrabal, autor brasileiro de livros de ficção para crianças, jovens e adultos.
O livro é repleto de contos sobre lendas japonesas, com temas que vão desde a criação do mundo, até o amor correspondido e não correspondido. É um livro pra quem gosta de conhecer outras culturas, pois retrata bem o modo de pensar e agir dos japoneses, com sua sabedoria e conhecimentos infinitos, sem deixar de lado a simplicidade que é característica de contos assim.
Ao final há um texto do autor explicando porque ele escreve:
"Deveras, gosto de fazer essas coisas. Pegar a vida e fazer com a vida outras tantas vidas, fazendo de conta que a vida é diferente. Penso que, com isso, até melhoramos um pouquinho a vida. Aprendemos a melhorar a vida. E até melhoramos um pouquinho cada um de nós".
Uma palavra para definir essa leitura? Encantadora *_*


Título: Histórias do Japão
Autor: José Arrabal
Editora: Peirópolis

Sinopse: Histórias do Japão é um livro de contos que une culturas e faz ponte entre povos. Com acentuada liberdade de invenção, suas narrativas e desenhos, expressam sonhos, conflitos, traços e cores, estilos e feitios do imaginário e da arte do Oriente e do Ocidente. Escrito por José Arrabal e ilustrado pelo artista plástico Douglas Okasaki, o livro reúne, em prosa poética, alguns relatos tradicionais do xintoísmo e do budismo, lendas, fábulas e contos populares do Império do Japão.


A dona desse blog é uma procrastinadora, eu sei huauhauhuha. Ai tanta coisa nesse início de ano pra fazer, e ânimo nenhum com esse calor!!!! Mas bora lá! Eu tava pensando em manter uma determinada rotina aqui no blog, assim me obrigo a publicar nem que sejam os posts, digamos assim, obrigatórios! Como gosto muito de livros, música e filmes, pensei em estabelecer dias fixos na semana pra falar sobre esses assuntos. Ficaria assim:
- Segundas: Livros e literatura
- Quartas: Cinema e seriados
- Sextas: Música e trilhas sonoras.
Ainda não pensei em um nome pra esses posts, mas eu chego lá!!!!
E assim, lá vamos nós!!!!

Beijinhos ;)
A passagem de um ano para o outro é um ritual difícil de não se deixar empolgar... Esse marco provoca uma reflexão inconsciente, quando percebemos estamos avaliando o que passou e estabelecendo metas pro futuro próximo. Acredito que esse deva ser um exercício constante, mas a rotina acaba nos atropelando e quando vemos é Ano Novo de Novo!!!!
2013 foi um ano extremamente doloroso para mim, teve coisas boas sim, mas as perdas sofridas e as feridas criadas foram tão extensas que tudo que eu queria era que 2014 chegasse... Porque eu precisava de uma mudança de paradigmas, uma revolução interior, uma rotina mais leve. E assim decidi que 2014 seria meu ano da sorte! A começar por sua combinação numérica que é 7 (meu número pessoal!!!)... Bem auspicioso!!!
Então, 2014 foi um ano bom! Eu consegui realizar duas viagens para lugares que ainda não conhecia (Santa Catarina e Rio de Janeiro), alguns cursos importantes na minha área profissional (Respiratório em LEA, Balance, Reabilitação em Hanseníase, Tecnologias Assistivas, Tratamento em Recém Nascidos de Risco), fui convidada para compor a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência no município e região onde trabalho, passei tempo com os amigos, aprofundei minha relação com minha sobrinha mais velha e pra fechar o ano ganhei mais uma sobrinha linda!!!
Aos olhos  de algumas pessoas pode parecer que foi pouco, que está faltando algo... Mas eu me sinto satisfeita... Se conseguir manter esse ritmo em 2015, tenho certeza de que serei ainda mais leve, ainda mais sorridente!!!!
Feliz Ano Novo a todos, que não percamos a magia que é o apreço pela vida ;)
Bjos


Trechos

*Deveras, gosto de fazer essas coisas. Pegar a vida e fazer com a vida outras tantas vidas, fazendo de conta que a vida é diferente. Penso que, com isso, até melhoramos um pouquinho a vida. Aprendemos a melhorar a vida. E até melhoramos um pouquinho cada um de nós*

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